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segunda-feira, 14 de abril de 2008
sábado, 12 de abril de 2008
Cinza
O mundo é cinza.
Colorido é o cinema, as pinturas e as gravuras.
O mundo é cinza.
Pergunte a um cachorro quais são as cores do mundo.
Se ele não te responder, não me diga.
Mas com certeza ele vai latir: Tudo é cinza.
A cor só existe nos olhos dos romanticos, idealistas e bebados.
Nada onde você se inclua... Ainda duvida ?
Então pergunte a lua.
-Quais são as cores do mundo ?
Não exija muito dela. Seja paciente.
Espere um segundo.
E ela vai te responder veemente: Daqui de cima, tudo é cinza!
Se o seu melhor amigo e a sua companheira dizem que é cinza.
Por que vai continuar acreditando que tudo é colorido?
É tudo cinza, cinza, cinza.
Colorido é o cinema, as pinturas e as gravuras.
O mundo é cinza.
Pergunte a um cachorro quais são as cores do mundo.
Se ele não te responder, não me diga.
Mas com certeza ele vai latir: Tudo é cinza.
A cor só existe nos olhos dos romanticos, idealistas e bebados.
Nada onde você se inclua... Ainda duvida ?
Então pergunte a lua.
-Quais são as cores do mundo ?
Não exija muito dela. Seja paciente.
Espere um segundo.
E ela vai te responder veemente: Daqui de cima, tudo é cinza!
Se o seu melhor amigo e a sua companheira dizem que é cinza.
Por que vai continuar acreditando que tudo é colorido?
É tudo cinza, cinza, cinza.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Sem pena
Não tenho nenhuma ideia. Em que postar ou como postar. Deixaria a pena seguir seu caminho sozinho, se ela existisse. A caneta chegou a substitui-la, mas aqui ela não tem força.
És tudo abstrado, meu amigo. Abstração. Vamos deixar então a pena, ou seja lá o que for isso, seguir seu caminho sozinho.
A chuva que cai no verão,
é a mesma que cai no inverno.
Então por que essa invasão ?
-se o céu é todo aberto.
Então por que essa inversão?
-se eu não quero andar de terno.
Nada é eternamente durável.
Nada é eternamente viavel.
Você pode ficar aí reclamando das injustiças da vida.
Que nada vai mudar.
reclame, grite e gaste saliva.
A chuva não vai parar
A reclamação é inutil.
Ela é o averso da ação.
A reclamação fecha pra sempre o seu coração.
Eis o que surgiu.
És tudo abstrado, meu amigo. Abstração. Vamos deixar então a pena, ou seja lá o que for isso, seguir seu caminho sozinho.
A chuva que cai no verão,
é a mesma que cai no inverno.
Então por que essa invasão ?
-se o céu é todo aberto.
Então por que essa inversão?
-se eu não quero andar de terno.
Nada é eternamente durável.
Nada é eternamente viavel.
Você pode ficar aí reclamando das injustiças da vida.
Que nada vai mudar.
reclame, grite e gaste saliva.
A chuva não vai parar
A reclamação é inutil.
Ela é o averso da ação.
A reclamação fecha pra sempre o seu coração.
Eis o que surgiu.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
inha
inha, inha, inha
ploft, plaft, boom.
zap, zap, zap.
ronc, onic, ronc.
tip, tip, tip.
tum, tum, tum.
vaps, vaps, vaps.
nham, nham, nham
( De sem querer fiz um " zum, zum, zum" pra você. )
ploft, plaft, boom.
zap, zap, zap.
ronc, onic, ronc.
tip, tip, tip.
tum, tum, tum.
vaps, vaps, vaps.
nham, nham, nham
( De sem querer fiz um " zum, zum, zum" pra você. )
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Tempo.
Ele acorda com um silêncio mortal. Levanta da cama, vai até a cozinha e faz seu café. Tudo isso em silêncio. Não há mais ninguém casa.
Ninguem para falar, ninguem para escutar, ninguem para pertubar. Simplesmente estava só, como sempre. Acaba de comer e vai se sentar. Fica ali olhando para parede branca do quarto esperando o tempo passar. Não é nem a desocupação que lhe incomoda. É a solidão.
E aquele restinho de esperança que ele guardava ( muito bem guardado ) no fundo do seu báu, esgotou-se. Evaporou-se. Foi se embora. Ele se decidiu a desistir. Já não vai mais insistir. Ele então admite: " Eu perdi."Como um bom perdedor vai moribundo voltando pra cama, para se deitar.
Ele queria só mais um poquinho de coragem, mais um poquinho de ousadia e determinação.
Ele queria simplesmente chegar no balcão do bar e gritar: Moço! Uma dose de adrenalina, por favor!!
Mas ele acaba tomando a sua água com açucar mesmo.
Ninguem para falar, ninguem para escutar, ninguem para pertubar. Simplesmente estava só, como sempre. Acaba de comer e vai se sentar. Fica ali olhando para parede branca do quarto esperando o tempo passar. Não é nem a desocupação que lhe incomoda. É a solidão.
E aquele restinho de esperança que ele guardava ( muito bem guardado ) no fundo do seu báu, esgotou-se. Evaporou-se. Foi se embora. Ele se decidiu a desistir. Já não vai mais insistir. Ele então admite: " Eu perdi."Como um bom perdedor vai moribundo voltando pra cama, para se deitar.
Ele queria só mais um poquinho de coragem, mais um poquinho de ousadia e determinação.
Ele queria simplesmente chegar no balcão do bar e gritar: Moço! Uma dose de adrenalina, por favor!!
Mas ele acaba tomando a sua água com açucar mesmo.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Dengue
Seria hipocresia de minha parte, alienação talvez, se eu não tratasse desse assunto ( que na minha opnião é ridiculo. )
Lembro-me de quando era pequeno, em que morava num infeliz prédio no qual não havia elevador, e que em todos os cantos e escadas tinha um cartaz de 'como evitar a dengue'. Dando informações, que todos sabem, para combater o foco dos mosquitos.
Pois bem. Depois de um pouco mais de uma década o mosquitinho volta com tudo. Mostrando a evidente ineficiência do setor público de saúde, no qual militares tiveram que entrar na 'briga' construindo hospitais de campanha. Há quem diga que os hospitais particulares também estão lotados. Que seja. Crianças estão morrendo, e outros pacientes estão sofrendo na fila... esperando leitos que não existem. Já foram 67 que morreram por causa de picadas de mosquitos esse ano.
Hospitais sem rémedios, sem médicos e sem leitos. Isso realmente devia se chamar de 'hospital'? Na minha opnião, é uma vergonha o Rio de Janeiro, e tudo o que esse nome representa, chamar médicos de Rondonia, Pará e outros estados menos expressivos. Sem preconceitos, e desdenhar a ajuda, é porque não deveria ter essa necessidade de se convocar mais médicos. Não é de hoje que o sistema de saúde é um lixo.
Mas eu não me importo com isso. O César Maia também não. O Sergio Cabral tá pouco se importando. E o Temporão também. ( Digo Temporão, porque o nosso Lula, é claro, não sabe de nada e não se compromete com nada. )
Além do mais, uma epideminhazinha é sempre bom.
Lembro-me de quando era pequeno, em que morava num infeliz prédio no qual não havia elevador, e que em todos os cantos e escadas tinha um cartaz de 'como evitar a dengue'. Dando informações, que todos sabem, para combater o foco dos mosquitos.
Pois bem. Depois de um pouco mais de uma década o mosquitinho volta com tudo. Mostrando a evidente ineficiência do setor público de saúde, no qual militares tiveram que entrar na 'briga' construindo hospitais de campanha. Há quem diga que os hospitais particulares também estão lotados. Que seja. Crianças estão morrendo, e outros pacientes estão sofrendo na fila... esperando leitos que não existem. Já foram 67 que morreram por causa de picadas de mosquitos esse ano.
Hospitais sem rémedios, sem médicos e sem leitos. Isso realmente devia se chamar de 'hospital'? Na minha opnião, é uma vergonha o Rio de Janeiro, e tudo o que esse nome representa, chamar médicos de Rondonia, Pará e outros estados menos expressivos. Sem preconceitos, e desdenhar a ajuda, é porque não deveria ter essa necessidade de se convocar mais médicos. Não é de hoje que o sistema de saúde é um lixo.
Mas eu não me importo com isso. O César Maia também não. O Sergio Cabral tá pouco se importando. E o Temporão também. ( Digo Temporão, porque o nosso Lula, é claro, não sabe de nada e não se compromete com nada. )
Além do mais, uma epideminhazinha é sempre bom.
terça-feira, 1 de abril de 2008
44 anos
Só pra não deixar passar em branco o " Golpe Militar de 1964" que faz hoje 44 anos.
*
Há controvérsias, eu sei.
*
Há controvérsias, eu sei.
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