sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
2008
Ahh... 2008 vai ser um ano bem diferente. Tão diferente que vou fazer aqui até algumas previsões nada fáceis. Provavelmente esse ano vai ter uns assasinatos, guerra, corrupção, ipunimidade, conformismo, roubo, um pouco mais de assasitatos, carro bomba, homem bomba.
Mas o diferencial mesmo desse ano são as eleições. Como eu gosto do ano eleitoral !! : )
Obras paradas em 4 anos são concluidas em meses, os politicos falam com a gente e chegam até a apertar a nossa mão!! Teve uma vez que um desses candidatos chegou a até falar comigo - " Você já tem um candidato, amigo?" e quando eu fui responder ele já emendou - " Faço uns programas sociais aqui na comunidade" E me deu o cartão. Confesso, nada tinha a ver o cara do cartão com o cara que falava comigo... Mas como se ele se apresentou como o tal, acreditei.
Mas o diferencial mesmo desse ano são as eleições. Como eu gosto do ano eleitoral !! : )
Obras paradas em 4 anos são concluidas em meses, os politicos falam com a gente e chegam até a apertar a nossa mão!! Teve uma vez que um desses candidatos chegou a até falar comigo - " Você já tem um candidato, amigo?" e quando eu fui responder ele já emendou - " Faço uns programas sociais aqui na comunidade" E me deu o cartão. Confesso, nada tinha a ver o cara do cartão com o cara que falava comigo... Mas como se ele se apresentou como o tal, acreditei.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Pássaro Azul
Lindo pássaro azul,que voa entre parques e jardins.
Que canta, grita e esperneia.
Antes a sua cor não fosse azul, fosse vermelha.
Aliás, a sua cor eu já nem sei mais
Por um tempo fui surdo aos seus cantos.
Fui cego e ignorante, infelizmente não notei os seus encantos.
Quando percebi já era tardes demais. Não tarde para mim nem para ele.
Era tarde para ética, era tarde para as lições morais.
O tempo esgotou-se e tudo mudou. E o que não tinha nem começado, acabou-se.
Mude de cor passarinho, voe no arco íris.
Eu que sempre fui previsível,
te acharei agora no invisível.
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Suponhamos que eu não escrevi nada. : )
Que canta, grita e esperneia.
Antes a sua cor não fosse azul, fosse vermelha.
Aliás, a sua cor eu já nem sei mais
Por um tempo fui surdo aos seus cantos.
Fui cego e ignorante, infelizmente não notei os seus encantos.
Quando percebi já era tardes demais. Não tarde para mim nem para ele.
Era tarde para ética, era tarde para as lições morais.
O tempo esgotou-se e tudo mudou. E o que não tinha nem começado, acabou-se.
Mude de cor passarinho, voe no arco íris.
Eu que sempre fui previsível,
te acharei agora no invisível.
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Suponhamos que eu não escrevi nada. : )
domingo, 23 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
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